terça-feira, 5 de novembro de 2013

Fotografia Newborn por Paloma Schell

Mães vendo essa onda  de fotógrafos infantis e newborns  aqui em Florianópolis uma pergunta não me sai da cabeça:
Será que todos esses "profissionais" são realmente preparados pra fazer esse tipo de trabalho?
Afinal de contas vamos entregar em suas mãos nossos bens  mais valiosos , nossos babys.
Pensando nisso convidei a fotografa Paloma Schell pra fazer um post especial aqui pro blog , falando um pouco sobre esse estilo de fotografia , os cuidados que devem ser tomados e principalmente , ao que nós pais temos que ficar atentos na hora de contratar um profissional pra fazer este tipo de trabalho.
A Paloma é super conhecida  e muito recomendada nessa área  aqui em Florianópolis , ela também ministra cursos sobre esse tipo de ensaio não só aqui , mais em outras cidades do país.
O trabalho dela é lindíssimo, de uma perfeição e delicadeza sem igual na minha opinião , todas as imagens usadas no texto são dela , por ai vocês podem ter uma idéia do trabalho primoroso que ela faz.




Olá! Primeiramente quero agradecer o convite da Paula em participar desta publicação. Pra quem não me conhece, sou Paloma Schell, fotógrafa especializada em recém-nascidos, meu estúdio localiza-se em Florianópolis, estou prestes a chegar a marca de 100 newborns e além disso, ministro workshops pelo Brasil sobre este estilo de fotografia.

Fui convidada para informar aos pais a importância de pesquisar sobre o profissional, quais pré-requisitos são necessários para garantir a segurança do bebê e porque muitas vezes "o barato sai caro!".

SOBRE A FOTOGRAFIA NEWBORN:

"Em 1992 a fotógrafa australiana Anne Geddes ficou conhecida no mundo todo após a publicar, na Nova Zelândia, um calendário com imagens de bebês em situações inusitadas. As fotos fizeram muito sucesso e inspiraram as irmãs (também australianas) Kelley Ryden e Tracy Raver, que desenvolveram o estilo newborn atual.

Newborn Photography (Fotografia de recém-nascido) é febre nos Estados Unidos e Austrália, há mais de uma década. No Brasil chegou em meados de 2010 e hoje é o "xodó" entre papais famosos.

É importante ressaltar que existem técnicas de segurança para fotografá-los, que foram desenvolvidas baseadas em estudos sobre o comportamento e anatomia dos bebês, por isso é tão importante procurar profissionais especializados na área.

A sessão de fotos deve ser realizada nos primeiros dez dias de vida, com o bebê dormindo, em poses montadas com referências na sua vida dentro do útero da mãe. A intenção é eternizar todos os detalhes e expressões, do jeitinho que era no dia de seu nascimento, de forma doce e delicada."

Para o bebê, não há nenhum tipo de sofrimento, pelo contrário, a sessão pode ser muito relaxante e prazerosa, desde que realizada por pessoas preparadas.

É um "produto" novo, que costuma empolgar os pais pela beleza, porém muitos acabam pesquisando o estilo de fotos sem obter informações sobre o profissional, as técnicas que ele utiliza na montagem das poses e os cursos de especialização que o mesmo possui.  A maioria acaba optando pelo menor orçamento, julgando apenas pelo portfólio do fotógrafo.

Questiono:

 "-Você mamãe, que carregou seu filho 9 meses no ventre, preparou o enxoval com tanto carinho, se preocupou com a alimentação durante a gestação, cuidou de cada detalhe do quartinho, esperando pelo dia de seu nascimento, teria coragem de entregá-lo nas mãos de uma pessoa despreparada?". Se a sua resposta é "não" fique atenta em alguns itens:

Um fotógrafo de recém-nascidos deve seguir alguns rituais básicos, como:

·         Ambientação do estúdio (ou local da sessão de fotos): deve estar à uma temperatura de 28ºC;

·         Acessórios: devem ser higienizados a cada sessão e não podem oferecer riscos de alergia (lavados à mão com sabão de coco);

·         Álcool gel: item indispensável que deve ser aplicado a cada toque no bebê.

Além disso, deve conhecer as técnicas de segurança na montagem das poses:

·         Mão no queixo: o bebê NÃO PODE ficar com o peso da cabeça sobre os punhos, NUNCA! O fotógrafo e o assistente precisam dominar a técnica para a captação de duas imagens (uma segurando a cabeça e outra segurando o punho) e posteriormente, em programas de edição, fazer a fusão das fotos. Nestes dois links vocês podem conferir exemplos disso:

ü  CERTO: https://www.youtube.com/watch?v=V5Blj-MU7NQ

Í  ERRADO: https://www.facebook.com/photo.php?v=569475253107344


·         Redes: bebês não ficam soltos em redes ou casulos sem nenhuma proteção, mais uma vez os programas de edição são os responsáveis por retirar a mão do assistente.


·         Fotógrafo e assistente vão precisar tocar no bebê SIM, e este é mais um motivo para            pesquisar sobre a sua formação.

·         Não aceite indicação de remedinhos pro bebê dormir durante a sessão, se o fotógrafo tocar neste assunto: FUJA!

Quando solicitar um orçamento pergunte sobre estes itens com o fotógrafo, eles são fundamentais para garantir um ensaio perfeito e seguro para seu bebê. Conversem antes do bebê nascer, pois as fotos precisam acontecer logo nos primeiros dias de vida. Com responsabilidade e consciência, pode ser uma experiência incrível para todos.

Depois é só curtir o resultado das fotos na parede da sua casa ou em um lindo álbum, que com certeza serão o orgulho da família.

Já imaginou seu filho daqui 20 anos se vendo nestas fotos? É uma linda recordação.

Um beijo,

Paloma Schell.
 
Lindo trabalho né gente e espero que tenham gostado das dicas.
E as fotos , são maravilhosas né?! Não resisti e vou colocar mais algumas pra vocês conhecerem um pouquinho mais sobre esse trabalho tão lindo que a Paloma faz!
 
E pra quem quiser conhecer melhor o trabalho dela segue abaixo o link do site e da fãn page!
 
 
 
 
 
 
 
 
 




segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Aprovado/Reprovado

Meninas eu sou super fã da marca fisher price , simplesmente amo os produtos da marca.
Acho que os brinquedos deles são os mais bacanas para os primeiros anos de vida dos bebês.
Por isso quando vi há alguns meses atraz a linha de mamadeiras e copos de treinamento da marca resolvi comprar.
Comprei este modelo abaixo de mamadeira pra Rafaela.







A Rafa já tem quase três anos mais ainda não tirei o mamazinho dela, ela mama uma mamadeira quando acorda e outra antes de dormir.
Quanto ao tamanho achei ótimo, quando as pessoas veem acham geralmente muito grande mais na verdade ela tem marcação até 240 ml  que é o que geralmente uma criança da idade dela mama.
Mais infelizmente gostei apenas do tamanho , ela apresenta alguns pontos que não gostei, e talvez  ter uma expectativa muito grande com relação a marca, contribuiu para que eu não aprovasse o produto.
Quando a vedação , ela não trava apenas com a tampa como a grande maioria das mamadeiras que já utilizei , tem que usar uma rosquinha entre a  mamadeira e o bico.
Al alças não ficam fixas , e quando a Rafa mamava ficavam girando o que acabava na maior sugeira , por que  ao invés dela mamar ficava brincando com a alça , se distraia e  deixava o mama cair nela toda.
E o pior de tudo , na minha opinião , ela já vazou algumas vezes , abria , fechava , encaixava , e mesmo assim ainda vazava , não sempre , mais aconteceu algumas vezes aqui em casa.
Portanto , embora eu adore os produtos da marca , a mamadeira eu não aprovo.



A princess no test drive!
 
 
 
 
    Por hoje é isso gente , beijocas!                                                

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Amamentação : Eu Não consegui outra vez!



                                                  








Hoje vou dar sequencia ao post sobre amamentação, como contei pra vocês no primeiro post , infelizmente não consegui amamentar minha primeira filha, e as feridas físicas da amamentação logo cicatrizaram , mais as psicológicas não sararam tão rápido assim.
A Rafa sempre foi uma criança muito saudável , ficou doentinha apenas uma vez , e nada muito grave.
Isso contribuiu para que meu coração e meus medos por não tê-la amamentado fossem aos poucos indo embora.
Mais quando decidimos engravidar novamente , todos os meus medos e traumas com relação a amamentação voltaram.
Lembro ainda da primeira conversa entre eu me meu marido logo após pegarmos o exame positivo da minha segunda gestação, estávamos sentados no sofá da sala e eu me perguntou:
-Você não tem medo de passar de novo por todas aquelas dores do parto?
E a única  coisa que consegui responder foi:
-Só tenho medo de amamentar , ou melhor , de não conseguir amamentar outra vez!
E a nossa conversa terminou por ali, acho que naquele momento ele sentiu que a ferida ainda estava aberta , e que continuar aquela conversa naquele momento só me traria ainda mais sofrimento.
Os dias  e meses foram passando , e então conseguimos falar mais a respeito do assunto, meu marido sempre foi maravilhoso comigo neste sentido, sempre me tranquilizava , dizendo que mesmo que eu não conseguisse amamentar outra vez , tudo ficaria bem , assim como foi com a Rafa.
Mais eu sempre tive muita certeza do que queria, e queria amamentar, ou ao menos tentar o máximo que pudesse , porque sabia que isso era o melhor pra minha filha.
No decorrer da minha gestação fui me preparando física e psicologicamente para tentar amamentar outra vez, lia tudo a respeito e testei todos essas parafernálias que prometem tornar a amamentação mais fácil.
No ultimo mês , me muni de pomadas , conchas , absorventes e tudo mais que vocês possam imaginar.
A Antônia nasceu GRANDE , gordinha e muito forte , mais não mamou tão rápido quanto a Rafa.
Ainda na sala de parto colocaram ela no meu peito pra mamar  , mais ela não acertava a pega de jeito nenhum.
Fomos pra o quarto e para o meu alivio consegui amamenta-la , mais assim como a Rafa , ela ficava por  muito tempo no peito sugando e quando a colocávamos no berço , ela logo chorava pedindo o peito novamente.
Já na primeira noite na maternidade uma das enfermeiras que veio para me ajudar a fazer a pega correta  , constatou que realmente estava descendo pouco leite, e introduziu assim como pra Rafa o complemento.
As dores dessa vez , eram menos intensas, talvez tenham sido as pomadas , talvez meu desejo de amamentar fosse maior que ela.
Ganhamos alta , e em casa minha saga recomeçou, passávamos as noites sentadas no sofá da sala , eu e ela , minha pequena Antônia.
Nesse ano o inverno aqui no sul foi muito rigoroso , tiveram manhas que acordamos com os topos dos morros atrás de casa cobertos por gelo, e meu medo era que ela acabasse ficando doente.
Além disso percebia que ela começava a perder peso, suas dobrinhas , começavam a diminuir, e meu leite nada de aparecer.
No oitavo dia fui vencida novamente , desta vez , não pela dor, nem pelo sono , nem pelo cansaço , mais pela saúde da minha filha.
Tive medo de estar deixando ela com fome e assim comprometer sua saúde, assim como com a Rafa , assim que tomou sua primeira mamadeira , se transformou em outro bebê.
Calma , tranquila , dormia profundamente como nunca tinha visto desde o seu nascimento.

Nas duas vezes que decidi não amamentar mais , meus seios não ficaram doloridos , nem empedraram , isso me leva a acreditar que realmente não tinha leite, ou tinha muito pouco.
Antônia já vai completar 6 meses de vida, e passou por esse inverno sem pegar nem mesmo um resfriado.
Sei que nas minhas duas tentativas em amamentar , dei meu máximo , e se errei foi tentando acertar.
Hoje tenho certeza de que superei essa questão , que um dia já me trouxe muita angustia e sofrimento, não foi fácil , mais ver minhas duas princesas crescendo fortes e saudáveis me ajudou muito.
Espero que meu depoimento possam acalmar o coração de outras mães que assim como eu já passaram ou estão passando por esse momento , e desejo que tenham força pra enfrentar esse desafio.
E que mesmo que as coisas não saiam como o planejado tenha em mente que você fez o seu melhor.
Por que o que  toda mãe quer , é nada além do melhor pro seu filho.
 E obrigada por acompanharem minha história!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Cesária X Parto Normal

Sei que falar  sobre cesária e parto normal  é um tanto quanto polêmico, e nem gostaria de estar entrando tão cedo neste assunto aqui no blog , já tinha até pronto meu segundo post sobre amamentação , mais vi em um grupo do facebook do qual faço parte,uma postagem que me chamou tanto a atenção que não tinha como passar batido.
O post era de uma mãe  , ou melhor , futura mãe , pela foto do seu perfil  , devia ter no máximo uns 27,28 anos de idade.
Na postagem ela estava apavorada , por que não tinha condições financeiras pra pagar por uma cesária na rede privada e não queria ter sua bebê em uma maternidade pública de parto normal porque não queria sentir dor.
Confesso que quando vi o post , a primeira coisa que me veio a cabeça foi:
"Onde esta o obstetra dessa mãe?"
E pensando só por mais uns dois segundos minha pergunta já era outra:
"Que tipo de obstetra tem essa mãe?"
Sim , por que das duas , uma , ou ela não tem um obstetra , ou ele não esta dando a esta mãe informações suficientes pra que ela faça sua escolha com certeza e verdade.
Por que se a questão é DOR , no parto normal , sem analgesia ( praticado hoje nas maternidades públicas) ,ela vai sentir dor , o que não quer dizer que ela fazendo uma cesária na rede privada  ela não sinta.
Pra mim , a única diferença é em que momento ela vai sentir dor , se ao trazer seu bebê ao mundo , uma dor momentânea , ou a dor de uma recuperação cirúrgica, por que sim , cesária assim como no parto normal também tem dor.
A grande maioria das pessoas que conheço que fizeram  cesária  , me relataram uma recuperação bastante dolorosa e que perdura por alguns dias .
Um ponto que quero deixa claro , é que não sou contra ou favor de uma coisa ou outra , nem poderia , afinal a cesária em muitos casos salva vidas.
O que sou contra , é a falta de informação e esclarecimento .
Por que uma escolha baseada na falta de informação  ou em falsas informações não tem como ser bem sucedida.
Como disse no inicio , sei que esse assunto é muito polêmico por isso, pelo menos neste post não quero me estender , mais pra finalizar , quero dizer , que sou DEFENSORA sim, das ESCOLHAS , do direito de escolher  como você vai trazer seu filho ao mundo , mais esta escolha tem que ser baseada em informações claras e verdadeiras não em meias verdades!









sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Amamentação , eu NÃO consegui !








Pensei muito antes de falar a respeito da minha experiência com relação a amamentação, mais acho importante meu relato , por que tenho certeza de que não fui a primeira nem serei a última a passar por essa situação.
Posso dizer que minhas experiências com a amamentação foram no mínimo frustrantes, acredito que grande parte dessa frustração toda se deva a imagem que é passada nas campanhas de amamentação que vejo espalhadas por ai , onde tudo acontece como em um passe de magica , o bebê abocanha  a mama , o leite sai facilmente , e a coisa toda acontece , sem dor , sem  sofrimento e todos vivem felizes e saudáveis para sempre.
Gostaria muito que minha história tivesse acontecido assim também , mais infelizmente passou bem longe disso.
Ainda  quando estava gravida da minha primeira filha , fiz tudo como minha obstetra recomendou , passava a bucha , pegava sol , não hidratava e por isso tinha certeza absoluta de que iria amamentar .
Só que assim que minha filha nasceu , vi que as coisas não seriam tão simples , nem tão fáceis como eu havia imaginado.
A Rafa nasceu magrinha, pesava apenas 2,950 kl , porém tinha uma pega bem forte.
Logo que nasceu , ainda na sala de parto , ela mamou , logo depois, fomos para o quarto e ela mamava o tempo todo , ou melhor , sugava o tempo todo, e eu acha maravilhoso , isso reforçava ainda mais minha certeza de  que eu teria sucesso nesta etapa tão importante pra mim da maternidade.
Mais o que eu nem imaginava , é que a "pega" que minha bebê estava fazendo na mama estava incorreta ,  eu achava que era só colocar ela no peito que a coisa acontecia .
Resultado , já no segundo dia , ainda na maternidade , comecei a sentir muita dor , foi então que procurei o Banco de Leite da maternidade (uma das vantagens de fazer o parto em maternidade pública) , e as enfermeiras prontamente me orientaram e ensinaram como eu devia fazer dali em diante, mais além da pega incorreta eu ainda tinha dois pontos que dificultariam ainda mais  meu processo de amamentação:
Primeiro: Minha mama era um pouco plana , talvez por isso a pega incorreta.
Segundo: Meu leite ainda não havia descido em boa quantidade , por isso ela queria ficar o tempo todo no peito , sugava , sugava  e não ficava satisfeita .
Por isso , ela ficava em torno de uma hora e meia sugando , dormia sugando , e quando eu tirava ela da mama , dormia de dez a quinze minutos e acordava chorando , muito provavelmente com fome.
Passei meu segundo dia todo com ela neste esquema , a noite as enfermeiras vieram até meu quarto pra fazer os procedimentos padrão , e quando foram examinar minhas mamas viram o quanto já estavam machucadas , e que o leite aquele danado , nada de aparecer.
Foi quando resolveram entrar com a complementação  , e foi batata , apenas um copinho de leite foi suficiente pra que minha pequena dormisse quase que a noite inteira.
No dia seguinte recebemos alta, fomos para casa , e foi ai que o bicho pegou realmente, em casa sem o complemento  ela voltou a ficar horas no peito e eu mera mortal que vos escreve já não aguentava mais, o cansaço , o sono , o medo dela estar ficando com fome e a dor me venceram.
E então no quinto dia de vida da minha pequena introduzimos o leite artificial , e podem ter certeza que não foi uma decisão nada fácil pra mim , mais eu realmente estava no limite.
Já esperava pelas críticas, tinha certeza que elas viriam , mais no fundo sentia que estava fazendo o melhor pra minha bebe e pra mim e embora tenha sido bombardeada por criticas de todos os lados , não me arrependi , sentia sim , constrangimento em contar que não estava amamentando mais , mais por que sabia que seria recriminada por isso.
As pessoas tem dificuldade em entender a dor do outro , como se uma mãe que ama seu filho escolhesse por pura vaidade não amamentar, em alguns momentos confesso que até passou pela minha cabeça que eu estava sendo menos mãe  ou que não estava sendo digna dessa missão por não ter amamentado meu bebê.
Mais hoje , mais madura com relação a essa questão , tenho certeza absoluta de que ninguém é mais ou menos mãe por que amamenta ou não , por que faz parto normal ou cesaria, por que fez dez ou duas ultrassons , ser mais ou ser menos mãe depende apenas do amor , do empenho e da dedicação que você deposita nessa missão.
Claro que eu queria ter amamentado, sonhei com isso , me preparei pra isso , mais infelmente não foi possível.
Quero  muito ainda falar sobre essa questão  , na minha segunda experiência , mais vou fazer isso em um outro post , pra não ficar muito cansativo.
Espero que outras mães que estão passando por isso ou já passaram possam ter seus corações um pouco mais leves agora por saberem que não foram as únicas.
E as futuras mães , mais que vontade , é necessário informação e dedicação .
As campanhas  de amamentação com  atrizes famosas , posando com seus bebês  , são lindas , mais é necessário mais que isso, é preciso alertar também sobre os desafios e dificuldades , pois os benefícios todas nós já conhecemos!


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Aprovado / Reprovado

Gente , definitivamente não soou aquele tipo de mãe consumista , que comprar tudo o que vê pela frente.
Mais é claro , que quando vejo algo bacana que eu acho que vai ser legal  pro desenvolvimento e ou lazer das minhas filhas faço questão de comprar.(se o orçamento permitir é claro)
Como elas ganham muita coisa , ultimamente não tenho comprado muita coisa além do básico, como fraldas , pomadas, leite ,etc...
Pensando então no bem estar dos nossos babys , resolvi compartilhar com vocês , a minha opinião sobre alguns produtos que já usamos aqui em casa , e se eles valem realmente a pena.
O primeiro deles é o kit de meias e braceletes da Lamaze , a proposta do produto é estimular  seu bebê a descobrir seus pezinhos e se distrair , já que eles contém chocalhos  nos bichinhos.
Lembrando que a descoberta dos pés é um dos marcos do desenvolvimento do segundo trimestre de vida do bebê , por isso vale a pena sempre estar atento.
A Antônia está quase completando 6 meses de vida e ainda não havia descoberto seus pezinhos (vamos combinar que a bichinha é preguiçosa que só , quem conhece sabe, tem preguiça até de chorar.rs)
Mesmo a mamãe aqui ajudando ela simplesmente não se interessava pelos pés, foi então que no ultimo dias das crianças ela ganhou de presente este kit da Lamaze , e foi batata, não é que funciona mesmo, em alguns poucos minutos ela já estava atualizando o perfil do facebook  para um relacionamento sério, eu diria até de amor com seus pezinhos.rs
Portanto na minha opinião o produto esta mais que aprovado, cumpriu sua proposta e ainda ajudou no desenvolvimento da minha princesa pitoca.
Só acredito que o produto tenha um ponto negativo, achei o formato um tanto pequeno , não chega a apertar, mais podia ser um pouco mais largo.
O valor também achei justo, ele custa em torno de 30,00 reais o kit todo.
Portanto produto aprovado!
Bom espero que tenham gostado da dica !



 
 
 
 
 
 
 
                                                    A pricesa pitoca com seu caso de amor mais recente!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Como me tornei mãe de duas

Hoje então pra dar oficialmente a largada no blog vou falar um pouquinho de como foi pra mim me tornar mãe de duas.
Bom , desde que nos casamos, ou melhor ,  acho que desde namorávamos ,eu e meu marido nunca cogitamos ter apenas um filho , por N motivos que um dia ainda vou fazer um post aqui no blog também, e como minha primeira gestação foi daquele jeitinho meio" sem querer , querendo" resolvemos que a segunda seria tudo como manda o figurino. rs
Então quando nossa primeira princesa estava no alto dos seus um ano e meio de idade  resolvemos que era chegada a hora de engravidar novamente ,pra que a diferença de idade entre as duas não ficasse muito grande.
Então ,  lá fui eu pra ginecologista , fiz todos os exames , tratei uma pequena infecção urinaria e logo na primeira tentativa ,lá estava eu , gravidíssima outra vez, é incrível como a mesma notícia bate na gente de tantas formas diferentes ,dependendo do momento em que estamos vivendo ,me lembro ainda como se fosse hoje  como foi quando peguei o resultado positivo da minha primeira filha , foi uma choradeira daquelas , parecia  final de copa do mundo, eu sorria, chorava , tremia , tudo ao mesmo tempo , já  nessa segunda experiência foi tudo tão " tranquilo" , tão normal , mal sabia eu o que me esperava.rs
Se pra mim ter um outro bebê agora era tão normal, para a s pessoas a minha volta  parecia um ato de loucura, acho que por que hoje em dia não é socialmente bonito uma  mulher de 23 anos já ter dois filhos , cuidar da sua casa , não trabalhar fora, e quando eu contava pras pessoas que estava gravida outra vez a sensação que eu tinha é que se pudessem me fariam uma  laqueadura ali mesmo.rs
Como isso não era possível vinham com aquele velho discurso "Nossa , dois filhos já? Mais tão novinha! " ou "Agora chega né ,dois já está de bom tamanho" e eu com a maior paciência  do mundo explicava que eu tinha engravidado por que queria , que tinha planejado ,  que sim , as duas eram do mesmo pai , que ele não estava preso, coisas desse tipo! rs
Mais graças a Deus esse período durou apenas os três primeiros meses , dai pra frente foi tudo mais tranquilo , até que as 31 semanas de gestação entrei em trabalho de parto , assim , do nada , ou quase do nada , por que cá entre nós eu não parava, e tive a recomendação de repouso absoluto agora me diga meu povo ,  como alguém com um bebê pra cuidar , casa pra limpar , roupa pra lavar , comida pra fazer ,  entre outras coisinhas , consegue fazer repouso absoluto?!
Mais acabou dando tudo certo , claro tive que  diminuir  o ritmo , mais ficar lá ,  paradinha , só observando não era pra mim não, e a minha bichinha que antes queria sair antes da hora resolveu que não sairia mais , completei 38,39,40,41 semanas e nada dela aparecer, eu já cansada física e mentalmente ainda tinha que ficar ouvindo todo mundo dar pitaco , e esses apareciam de todos os lados, até que com 41 semanas e 2 dias depois de muita pressão psicológica e uma longa discussão familiar sobre obstetrícia , já que de louco e obstetra todo mundo tem um pouco ,rs  nossa bichinha resolveu nos dar o ar da sua graça, linda, gordinha, pesando 3,750kg , após um trabalho de parto de apenas 4 horas , sem analgesia ,  em uma maternidade publica ( ainda quero fazer um post especial sobre o assunto) ela chegou para completar ainda mais nossas vidas, e com ela , aquela famosa e tão conhecida das mamães , a culpa materna , chegou pra ficar!

                                         Nossa bichinha assim que nasceu , aí já no quarto.

                                         Olha como eu nasci grandona!


                                          Primeiro dia em casa!